* A vida deveria de ter continuísta. Alguém com um olhar “neutro” só pra dizer onde está o erro, e de que ponto voltar pra tudo ficar certo. Imagina quantos “pés na jaca” seriam evitados?
Se pudéssemos ver os erros num video assist.[ a-háaa,se ligou né Vivian, to por dentro dos termos técnicos de cinema, chupinhando teu blog] Seria tudo bem melhor.
Ôõo, como seria!
Como por hora não posso.
Chama o Lester Burnham.
Ele sim, DE-FI-NI-TI-VA-MEN-TE sabe das coisas.
* Como é que a gente pode ser tanta coisa indefinível, tanta coisa diferente.
Sem saber que a beleza de tudo, é a certeza de nada.
E que o talvez torne a vida um pouco mais atraente.
E talvez, a chuva, o cinza, o medo, a vida, sejam como eu.
Ou talvez , porque você esteja de repente, assistindo muita televisão.
E como um deus que não se vence nunca, o seu olhar não consegue perceber,
Como uma chuva, uma tristeza, podem ser uma beleza!
E o frio, uma delicada forma
De calor...
* ... e quanto mais eu sinto perto, mais eu o percebo ... ao longe.
E ele se vai. ao vento, ao longe, pra longe.
todo o meu destino aceitará o que eu sou.mas onde está o meu destino?
sei lá, sumiu.
Ou está por aí, n'algum lugar.
ps:O filme Budapeste do Chico Buarque me surpreendeu,num to dizendo que é bom,mas me surpreendeu
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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